quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Campanha Papai Noel dos Correios 2009

"Você não precisa acreditar em Papai noel, mas pode ser um.”

O que é:
O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 diretorias regionais, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao “Papai Noel”. O objetivo central é manter a magia do Natal.

A quem se destina?
O destinatário do projeto é a criança que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las. Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Como é feita a triagem?
Inicialmente são descartadas as correspondências que não contêm remetentes ou as com endereços repetidos. Portanto, não adianta mandar mais de uma carta, pois não se tra ta de sorteio. Assim, é importante o correto preenchimento do nome e endereço do destinatário, com CEP. Cartas de adultos não são atendidas, bem como pedidos de medicamentos, celular, MP3, DVD, notebooks e afins. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade. Cada Regional tem um método de trabalho para classificação e seleção das cartas destinadas para adoção, considerando diversos fatores, tais como: tamanho da área abrangida, número de correspondências, número de adoções, número de voluntários envolvidos, etc.

Em 1997, a iniciativa transformou-se em projeto corporativo, passando a ser desenvolvida em todas as 28 diretorias regionais da empresa.

Quem pode colaborar?
Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com os Correios de sua região .

Nós, do Planeta Voluntários e o Guia de Mulher, convidamos você a servir e a apoiar os outros com Devoção e compaixão.

* Os interessados em adotar uma cartinha podem procurar uma unidade dos Correios mais próxima de sua casa.

Faça você também uma criança sorrir neste Natal.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Vestibular termina com poucos incidentes e recorde de abstenções


Terminou nesta segunda-feira (21) o Vestibular 2010 da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no qual se inscreveram ao todo 44.398 feras na disputa pelas 6.517 vagas. Este ano, a seleção ficou marcada pelo alto índice de abstenção: 6.008 candidatos faltaram aos exames, o que corresponde a cerca de 13,5% do total de inscritos.

As provas realizadas no segundo dia foram: Geografia, Matemática, Física, Inglês, Espanhol, Literatura, Biologia, Português e Teoria Musical. Na Unicap, no bairro da Boa Vista, centro do Recife, o movimento foi bastante tranquilo, com estudantes bastante confiantes. O local, assim como os demais pontos de prova, registrou poucos incidentes.

No início da manhã, um candidato ficou desolado por ter chegado segundos após o fechamento do portão.

Na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (Facho), um estudante esqueceu a identidade no carro e foi recuperá-la com o avô na área externa da faculdade. Quando regressou, o portão havia fechado. A Covest, após avaliar o caso, permitiu que Igor Gayo realizasse a prova na sede da Comissão, no Derby, centro da cidade.

Uma candidata que realizava a prova na Fcap, no bairro da Madalena, não teve a mesma sorte. Ela passou mal e precisou ser retirada do local, sendo imediatamente desclassificada do processo de seleção.

Às 11h os estudantes começaram a ser liberados e ao meio dia o prazo para a realização do exame expirou. Às 13h40, após o término da hora extra concedida aos alunos com necessidades especiais, a Covest divulgou o gabarito. Resta agora aos feras, depois do trabalho suado do ano inteiro, esperar pelo listão, que, segundo a presidente da Covest, Lícia Maia, será publicado até o dia 12 de fevereiro.

Fonte: pe360graus

domingo, 20 de dezembro de 2009

Copenhague resultou apenas em 'carta de intenções', admite ONU

A reunião sobre mudança climática das Nações Unidas, concluída no sábado, resultou em uma "carta de intenções", de acordo com o secretário-executivo do encontro, Yvo de Boer. Ele admitiu que agora é preciso trabalhar para transformá-la em "algo real, mensurável e verificável".

  • Veja o especial sobre a cúpula de Copenhague
  • Participe da luta pelo acordo climático

    AP
    Yvo de Boer
    Yvo de Boer no fim da COP
    "Agora temos um pacote para trabalhar e começar a agir imediatamente. Entretanto, é preciso ficar claro que é uma carta de intenções e não é precisa sobre o que precisa ser feito em termos legais", disse de Boer. "O desafio agora é transformar o que concordamos em Copenhague em algo real, mensurável e verificável."

    O chamado "Acordo de Copenhague" foi aprovado no sábado com relutância e sem unanimidade, como exige o procedimento das Nações Unidas.

    Ele prevê ações para a manutenção do aumento da temperatura global a 2ºC. Por outro lado, o acordo não prevê qualquer redução de emissões dos gases que provocam o efeito estufa para que isso seja possível.

    A Conferência foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro e reuniu 192 países justamente com o objetivo central de alcançar um novo acordo sobre a redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.

    'Fracasso'

    O documento, no entanto, prevê a criação de um fundo emergencial de US$ 30 bilhões pelos próximos três anos, para ajudar países pobres a combater causas e efeitos das mudanças do clima; além de angariar fundos para financiamentos de longo prazo de até US$ 100 bilhões até 2020.

    Mas, por ter sido fruto de um encontro entre os Estados Unidos e os chamados países BASIC - Brasil, África do Sul, Índia e China -, o acordo não foi reconhecido por representantes de diversas nações, como Sudão, Bolívia, Venezuela, Nicarágua e outras. Isso levou ativistas ambientais a classificarem o encontro de Copenhague de fracasso.

    "Nas últimas duas semanas, testemunhamos um fracasso abjeto e um sucesso retumbante. O fracasso obviamente foi a COP 15, que não só deixou de apresentar as reduções drásticas e justas necessárias, como não apresentou absolutamente nada", criticou Tadzio Müller, da ONG Climate Justice.

    "O sucesso é o do movimento global por justiça climática, que organizou ações espetaculares, grandes e inspiradoras."

    AP
    Copenhague
    Outdoor no aeroporto da Dinamarca com uma representação de Lula daqui 10 anos e a frase: 'desculpa, não impedimos uma mudança climática catastrófica"

    'Começo importante'

    O próprio secretário-executivo da convenção do clima da ONU, Yvo de Boer, admitiu que o acordo ficou aquém das expectativas.

    "Temos que ser honestos sobre o que temos. O mundo sai de Copenhague com um acordo. Mas claramente as ambições precisam subir significativamente se queremos manter o mundo a 2ºC", afirmou.

    Já o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, saudou o acordo como "um começo importante". Ban também ressaltou, porém, que o acordo precisa ser transformado em um tratado com valor legal no próximo ano.

    "O Acordo de Copenhague pode não ser tudo o que todos esperavam, mas é um começo importante", disse o sul-coreano, acrescentando que havia dormido apenas duas das últimas 48 horas.

    Sem um acordo definitivo para combater a mudança do clima no planeta, serão necessárias novas negociações em 2010 para que uma nova estratégia global possa ser discutida.

    "Vamos tentar chegar a um acordo obrigatório com valor legal até a COP 16, no México", disse o secretário-geral.

    Processo conturbado

    Em uma mostra de como o processo em Copenhague foi conturbado, Weech foi o terceiro presidente da COP 15, substituindo o primeiro-ministro dinamarquês, Lars Loekke Rasmussen, que há poucos dias assumira no lugar da ministra da Energia e do Meio Ambiente, Connie Hedegaard.

    O Acordo de Copenhague foi selado na sexta-feira, entre o presidente americano, Barack Obama, e os presidentes de China, Brasil, Índia e África do Sul, depois de uma reunião de mais de duas horas.

    "O que nós fizemos, foi procurar resgatar alguma coisa daqui, desbloquear essa questão do MRV ("mensurável, reportável e verificável", no jargão), que estava bloqueando qualquer entendimento", afirmou o embaixador extraordinário para mudança climática do Itamaraty, Sérgio Serra, acrescentando que Lula teve um papel de "protagonismo".

    Essa operação de "resgate", no entanto, acabou revoltando representantes de diversas delegações do bloco dos países em desenvolvimento, o G77.

    "Os eventos de hoje representam o pior acontecimento na história das negociações sobre mudança do clima. O Sudão não vai assinar esse acordo", afirmou o embaixador Lumumba Di-Aping, negociador-chefe sudanês, um dos primeiros a manifestar a insatisfação com o documento publicamente.

    Por volta das 3h, Tuvalu foi a primeira delegação a pedir a palavra, pouco depois de o presidente da reunião, o primeiro-ministro dinarquês, Lars Loekke Rasmussen, ter suspendido a plenária por uma hora, "para apreciação do texto".

    "Em termos bíblicos, parece que estão nos oferecendo 30 peças de prata para trair o nosso povo. Nosso futuro não está à venda. Lamento informá-lo de que Tuvalu não pode aceitar este documento", disse o representante do pequeno país insular.

    AP
    Copenhague

    Delegação durante reunião em Copenhague



    Irritação

    Na sequência, discursaram representantes da Venezuela, Bolívia, Cuba, Costa Rica e Nicarágua - todos criticando duramente o processo que levou à criação do acordo anunciado por Obama e afirmando que não pretendem aceitá-lo.

    O clima de irritação ficou ainda mais evidente quando o representante dos Estados Unidos, Jonathan Pershing, pediu a palavra.

    Ele se preparava para falar quando representantes da Nicarágua, de pé e com as mãos abanando, o interromperam, exigindo a atenção de Rasmussen.

    Depois de quase cinco minutos de indecisão e trocas de explicações, a Nicarágua acabou discursando, antes do representante americano.

    O país centro-americano apresentou documentos da convenção do clima da ONU e pediu a suspensão da reunião e a reconvocação dela em junho de 2010.

    Por volta das 4h de sábado (1h, em Brasília), o presidente da conferência a suspendeu "por alguns minutos".

    Consenso

    Como o protocolo das Nações Unidas aceita apenas decisões por unanimidade, a oposição de apenas um país já seria suficiente para inviabilizar um acordo em Copenhague.

    Pouco antes da retomada dos trabalhos na plenária, o presidente da Comissão Europeia, Manuel Durão Barroso, também se disse frustrado com o documento anunciado como acordo de Copenhague.

    "Este acordo é melhor do que nenhum acordo. Tem coisas boas e coisas não tão boas", sintetizou Durão Barroso.

    Entre os líderes que vieram à Dinamarca para a reunião climática estão: Luiz Inácio Lula da Silva; Barack Obama, dos Estados Unidos, Nicolas Sarkozy, da França; além da chanceler alemã, Angela Merkel; e do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.

    Em uma última tentativa de evitar um desastre completo em Copenhague, às 8h de sábado, o ministro da Mudança Climática britânico, Ed Miliband, fez uma proposta para que o documento fosse adotado como forma de operacionalizar os fundos disponibilizados por ele. A moção, no entanto, foi rapidamente vetada por algumas delegações.

    Em seguida, Miliband voltou a pedir a palavra e "uma breve suspensão" dos trabalhos, para tentar negociar um acordo sobre o acordo.

    A "breve" pausa durou cerca de duas horas e meia, nas quais o secretário-geral da ONU participou diretamente das negociações entre os diversos países envolvidos.

    A solução encontrada pelo líder foi não aprovar o "Acordo de Copenhague", mas apenas tomar nota dele, acrescentando uma lista com os países que o apoiaram.

  • Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/12/20/copenhague+resultou+apenas+em+carta+de+intencoes+admite+onu+9251050.html

    Antes de nascer, vale-cultura já causa disputa no mercado

    O presidente Lula sequer deu a canetada derradeira no Projeto de Lei que criará o chamado vale-cultura, mas as empresas que atuam no mercado de cartões de benefícios já mostram as armas para disputar esse filão. Elas querem um naco do segmento que, segundo estimativas das próprias competidoras do setor, poderá movimentar, em cinco anos, R$ 8 bilhões por ano.

    O vale-cultura será parecido com os tradicionais vale-alimentação e refeição, que movimentam, somados, quase R$ 15 bilhões no País anualmente. Trata-se de um cartão que terá saldo de até R$ 50 por mês. Esse dinheiro poderá ser usado pelos trabalhadores no consumo de bens culturais como shows e exposições, mas também livros e CDs. Na última quarta-feira, dia 16, o Senado aprovou o Projeto de Lei. O texto passará novamente pela Câmara dos Deputados antes de ser sancionado pelo presidente.

    O Grupo VR já criou seu novo benefício, o VR Cultura, para brigar pelo mercado que está prestes a nascer. “O produto está pronto para ser lançado", diz Cláudio Szajman, presidente da empresa. "Só estamos aguardando a aprovação presidencial." A VR tem como meta responder por uma fatia de 20% a 25% do mercado do vale-cultura.

    O benefício ao trabalhador dará também um gás adicional ao comércio, avalia o executivo. “O fluxo de dinheiro que o vale-cultura vai gerar e a formação de novos negócios são fatores positivos para a economia do País.”

    Geração de riqueza

    Um estudo da concorrente Ticket mostrou que, para cada R$ 1 gasto em cultura, é gerado R$ 1,09 em atividades paralelas, como transporte e alimentação. A empresa flerta com esse novo segmento desde 2004, quando começou a fazer as primeiras pesquisas sobre o tema.

    A Ticket já adicionou a seu portfólio o Ticket Cultura, que funcionará nos mesmos moldes do Ticket Restaurante. A companhia espera que a novidade atinja mais de 1 milhão de trabalhadores já no primeiro ano.

    A Visa Vale é outra empresa que já está com o produto pronto para estrear ao público. “Acabamos desenvolvendo com antecedência, pois acreditávamos que a aprovação do vale-cultura fosse sair mais rapidamente”, diz Newton Neiva, presidente da CBSS, administradora dos cartões Visa Vale. O novo vale-benefício da Visa Vale foi batizado de Diversão Visa Vale.

    Leia mais sobre: cartões de benefícios


    Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/12/20/antes+de+nascer+vale+cultura+ja+causa+disputa+no+mercado+9250126.html

    Independência, aqui vou eu!

    Qual é a hora de sair debaixo das asas dos pais e assumir de vez o seu cantinho?

    Por Lygia Haydée
    Fonte: Revista Ouse/ed.2
    Foto: Símbolo Imagens

    A vida inteira você teve que dar satisfação aos pais, obedecer horários, seguir regras. Há situações ainda piores, quando o único lugar que realmente deveria lhe pertencer na casa, o seu quarto, tem mais um dono: o seu irmão mais novo. E de repente você se pega sonhando acordada em um mundo onde só há você, o seu gato (tá bom, pode ser um cachorro)
    e aquela zoninha básica de quinquilharias.


    Sim, morar sozinha pode parecer um sonho. E realmente a experiência é maravilhosa. Ajuda a fazer com que nos entendamos melhor e, por incrível que pareça, a dar valor a algumas situações banais do dia a dia, mas que na hora em que nos encontramos só acabam por fazer uma grande diferença.


    Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu
    a clássica: “quando você tiver a sua própria casa pode fazer do seu jeito!”. Pois morar sozinha é muito mais do que isso. Não se restringe apenas a escolher a decoração do seu cafofo, a decidir onde guardar o pote de açúcar e fazer o que lhe der na veneta. Essa experiência traz também marcas que
    ficam por toda a vida. “A busca do autoconhecimento mostra o caminho a seguir e para isso é preciso se autorizar a ser feliz com ou sem alguém, pois não devemos colocar a nossa felicidade no outro”, explica a psicóloga comportamental e cognitiva, Elaine Marília Balbino.


    Dona do seu nariz
    Tudo bem que um colinho de mãe faz bastante falta. Ainda que diversas vezes aquelas insistentes brigas nos deem vontade de jogar tudo para o alto e de traçar um novo caminho, morar com os pais também implica no fato de ter muitos mimos e poucas obrigações (ok, nem tão poucas assim).
    Acordar e ter um lindo café da manhã na mesa, poder gastar todo o seu dinheiro apenas com coisas suas e não precisar se preocupar tanto com a arrumação da casa são algumas dessas vantagens. Mas, em contrapartida, a autonomia adquirida ao morar só é insubstituível.


    Isso porque os benefícios desta experiência estão divididos em estruturais e psicológicos, como explica a psicóloga comportamental Lilian Boarati. “Do
    ponto de vista estrutural, a garota exerce a autonomia de si. Isso significa que ela cria e administra a dinâmica de sua vida, realizando mais escolhas. Do ponto de vista psicológico, ela desenvolve autoconfiança, autoestima, maturidade e independência. Modifica os valores e princípios em relação
    à vida, às pessoas e ao mundo.”


    Esta nova visão é um dos primeiros pontos percebidos por quem passou a cuidar de seu próprio nariz. E o caso foi notado assim que a secretária
    executiva bilíngue Simone Lima, 27 anos, começou a morar sozinha. “Posso dizer que hoje dou mais valor a coisas que já dava anteriormente, mas que antes não notava a diferença”, reflete. A presença constante de seus familiares, por exemplo, faz muita falta para ela.


    Nem tudo tão bom, nem tudo tão mal
    A gente nem precisa dizer que morando sozinha você pode dar uma festa por semana, mas não é tão simples se acostumar com a nova vida. Chegar em casa e não ter ninguém para conversar não é bacana, não é legal, não é gostoso. “É bom ficar sozinha, mas chega um ponto em que a solidão nos frustra”, revela Elaine.


    Esse foi o caso da estudante de Ciências Sociais Thais Bessa, 22 anos. Antes de optar por fazer faculdade em São Paulo, sua cidade natal, ela decidiu mudar radicalmente sua vida, arrumou as malas e foi para Rio Claro, interior paulista, onde passou a morar em uma república. A aventura, no entanto, não deu lá muito certo. “Voltava quase todo fim de semana para São Paulo. Fiquei, no máximo, 20 dias sem ver a minha família e os meus amigos”, relembra. Passados três anos, a estudante vê a situação com outros olhos e acha, inclusive, que se tivesse essa mesma visão de hoje conseguiria encarar a mudança com naturalidade.“Penso muito em sair de casa, porém, quero sair com cautela, quando já estiver melhor financeiramente”.

    E se quiser voltar?
    E a pergunta que não quer calar é: o que faz essas meninas mudar de ideia tão repentinamente? Uma pessoa que se sentia só por estar longe de casa conseguiria voltar àquela experiência tranquilamente? Sim! E a resposta é baseada em fatos simples. O autoconhecimento adquirido, mesmo que sob
    pressão, acaba por influenciar as pessoas. “Quando moramos sozinhas, observamos mais as nossas necessidades, comportamentos, dificuldades pessoais e buscamos soluções para os problemas”, avalia Lílian. E é exatamente esse novo comportamento que gera atitudes antes consideradas inimagináveis, como aconteceu com Thais ao pensar novamente na possibilidade de morar sozinha.
    Este autoconhecimento é um presente para quem decide morar só. Os benefícios de se conhecer melhor são tamanhos e fazem com que a pessoa amadureça. Anna Carolina Oliveira, 21 anos, por exemplo, se descobriu uma nova pessoa quando deixou São José dos Campos, também no interior de São Paulo, e foi morar na capital. “Não era tão ágil para fazer as coisas
    quando morava com meus pais. Agora aprendi a dividir as atividades por ordem de prioridade”, comenta. Até a mãe da estudante de Jornalismo percebeu a diferença. “Ela fala que em São Paulo sou outra Anna Carolina”.
    Satisfação? Só para você e para o porteiro A mudança é resultado natural da experiência de ter que autogerenciar a sua vida. “É importante criarmos novas habilidades comportamentais com o intuito de criar e manter uma vida adequada com essa nova realidade. Morando sozinha, a garota aprende a criar uma rotina de vida ímpar que atende a suas necessidades”, revela Lílian.
    Sim, você não precisa dar mais satisfação para ninguém e pode decidir tranquilamente o que fazer em cada situação. Ah, um sonho! Isso faz com que muitas garotas que deixam suas casas por motivos diversos não consigam sequer cogitar o retorno à ditadura familiar. “Pode parecer bobeira, mas faz diferença você decorar um lugar com seus próprios móveis, pintar as paredes do jeito que você quer”, diz Anna Carolina. E é só falar em voltar para São José que ela se rebela. “Não! Acho que seria um pouco estranho. Estou acostumada com outro ritmo e, mesmo que
    eles saibam e vejam que cresci e amadureci, têm aquele cuidado normal de pais.”

    De olho nas sensações
    A vida emocional também é afetada quando moramos só e podemos ficar um pouco frias. “A pessoa que mora sozinha precisa ser a primeira companhia dela própria ao dar colo, acolhimento e carinho nos momentos de dificuldade”, analisa Lílian. Simone é a prova de que isso pode ser ruim. “Quando chego em casa, grito oi e ninguém responde é terrível”, diz.
    Bom ou não, o fato é que morar sozinha é como morar com outro alguém: tem suas vantagens e desvantagens


    Perrengues

    - Não ter ninguém para pegar a toalha que você esqueceu quando entrou no banho
    - Ter que conserta r a torneira da pia da cozinha, que insiste em pingar
    - Não ter em quem colocar a culpa do iogurte que desapareceu misteriosamente
    - Arrumar a mesa para uma única pessoa todo dia
    - Não ter alguém para atender o telefone e dizer que você não está


    Site: http://itodas.uol.com.br/Portal//final/materia.aspx?canal=370&cod=8181

    O fim das aberrações da Lei Rouanet


    A semana que se encerra foi uma das mais felizes para a cultura brasileira. O Senado aprovou o Vale Cultura e a possibilidade de enquadramento na qualidade de Simples, para as empresas que atuam no setor com benefícios no pagamento de impostos. Além disso, ao apagar das luzes do ano, o ministro Juca Ferreira conseguiu um ousado e corajoso feito, que já o coloca para sempre em lugar de destaque na história cultural do Brasil. Entregou na última quarta-feira à Câmara dos Deputados o projeto de lei de Fomento e Incentivo à Cultura, a Lei Juca, que substituirá a Rouanet, renovando o Fundo Nacional de Cultura, que contará com investimento inicial de R$ 800 milhões e será o principal mecanismo de financiamento a projetos culturais.

    O ministro também afirmou que a mudança vai garantir maior controle social e oferecerá um aporte direto de recursos, eliminando a etapa de busca por patrocinador.

    O fundo é direto na veia.

    Aprovado o projeto, o produtor recebe o dinheiro?, euforicamente disse Ferreira. Isso simboliza que as torturas na cultura para captação de recursos possam acabar ou que pelo menos os recursos possam chegar democraticamente aos criadores culturais. O modelo segue o que as Ciências e Tecnologias fazem há muitos anos. Se nossos cientistas tivessem tido que ficar horas e horas, dias e dias, anos e anos, nas salas de espera dos torturadores especializados em marketing das grandes empresas, as nossas pesquisas científicas não estariam tão avançadas como estão, hoje referencias mundiais.

    Acreditamos que estejam chegando ao fim as chances de continuidade nas aberrações existentes desde o nascimento da Lei Rouanet, como a recente notícia de que a escola de samba Acadêmicos da Rocinha foi autorizada pelo MinC a captar R$ 2 milhões, assim como os baianos do Bloco do Psirico, que podem pleitear outros R$ 402.545. O carnaval na Sapucaí e a folia baiana são cada vez mais voltados para turistas e celebridades, atendendo ao que grandes empresas esperam de retorno para seus patrocínios ? pois geram enorme visibilidade com as garantidas transmissões dos desfiles pela TV.

    Fazer atualmente com que um diretor de marketing olhe com bons olhos para um projeto de filme ou uma boa peça que fuja dos padrões mercadológicos e que não tenha artistas globais; que não seja ?comercial? e ainda competir com as escolas de samba... vamos e venhamos, se torna uma competição nada olímpica e desleal, com o agravante, de conhecimento público, que muitas dessas agremiações carnavalescas, também recebem financiamentos obscuros, para se dizer o mínimo.

    Portanto esperamos que tais polêmicos incentivos também obtidos para eventos nacionais e/ou internacionais, que já vêm carimbados por milionárias campanhas publicitárias, sejam avaliados mais criteriosamente.

    E que projetos artísticos, culturais e educacionais de maior necessidade para o povo brasileiro, tenham enfim sua hora e sua vez de desfilar nas avenidas, nas escolas, nas universidades, nos nossos cinemas, palcos e televisões, enfeitando, alegrando, milhões de corações e mentes; iluminando douradamente nossas consciências.

    Que 2010 seja o ano novo da redenção artística e cultural do povo brasileiro.


    Noilton Nunes
    CINEASTA

    Fonte: Acha Notícias

    sábado, 19 de dezembro de 2009

    Como estariam os Simpsons se tivessem envelhecido e prosperado? Confira

    O desenho fez aniversário de vinte anos nesta sexta (18).
    Veja o que poderia ter acontecido com cada um deles.

    Arnaldo Branco


    Os Simpsons estão há 20 anos no ar. Como estariam se tivessem envelhecido e feito algum progresso na vida?

    Homer Simpson, 56 anos

    Foi escolhido o sucessor natural de George W. Bush como candidato republicano à presidência. Para marcar oposição ao adversário Barack Obama, Homer lançou uma resposta ao slogan democrata "Yes we can" ("Sim nós podemos"): "We can't, give up" ("Não podemos não, desista"). Mas um erro de impressão suprimiu a vírgula e mudou o sentido da frase - "We can't give up" significa "Não podemos desistir" e, essa afirmação triunfalista e contagiante, ajudou a fazer de Homer o quadragésimo quarto presidente dos Estados Unidos. Ainda não conseguiu explicar para os eleitores do que exatamente eles não devem desistir.

    Marge Simpson, 54 anos

    Ainda a mesma dona de casa atribulada, só que a casa agora é muito maior. Sua mania de arrumação se transformou em um transtorno obsessivo compulsivo. Agora passa o dia lavando os cinquenta banheiros da Casa Branca e desfalcando as missões diplomáticas que Homer leva até países em que tem interesses comerciais, como Bélgica e outros cartões postais da indústria cervejeira. Marge também desenvolveu uma síndrome do pânico problemática para Homer - vai ser difícil tirá-la da mansão presidencial se o marido não conseguir se reeleger.

    Bart Simpson, 30 anos

    Nunca trabalhou, mas agora ocupa o cargo de filho do presidente dos Estados Unidos em tempo integral. Dedica sua vida a ser a celebridade mais vazia que já existiu - depois da Paris Hilton, evidente - e à pequenas vinganças contra meros civis indefesos que atormentaram sua vida, como o diretor Skinner e a Mariah Carey.

    Lisa Simpson, 28 anos

    Aluna brilhante, se formou com louvor em cinco ramos diferentes da ciência e tem um cargo no departamento de pesquisas de astrofísica de uma das mais conceituadas universidades da América. Seu pai cortou toda sua verba.

    Maggie Simpson, 21 anos

    A gostosa e burra da família. Nunca superou a fase oral, já está em sua terceira sex tape.

    Vovô Simpson

    Morreu tentando acessar a internet de seu marcapasso.

    Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Quadrinhos/0,,MUL1421323-9662,00.html

    Telefones úteis


    Aeroporto
    3322 4188 3464 4188

    auxílio à lista
    102

    Biblioteca Central da UFPE
    2126 8095

    Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco
    3423 8446

    Biblioteca Popular de Afogados
    3428 4933

    Biblioteca Popular de Casa Amarela
    3232 4411

    Box Turismo – Aeroporto
    3462 4960

    Box Turismo Arsenal
    3232 2942

    Box Turismo PCR – TIP
    3452 1892

    Casa da Cultura
    3224 4402

    Casa do Carnaval - Pátio de São Pedro
    3232 2864 / 3232 2865

    Cine Teatro Apolo
    3207 0881

    coopetáxi
    3424 8944 | 3424 4254

    copseta
    3462 1584

    Espaço Pasárgada – Casa Manuel Bandeira
    3134 3014

    Fundação Joaquim Nabuco
    3073 6340 / 30736333

    hospital da restauração
    3421 5444

    informações turísticas
    3232 8409

    Informações Turísticas
    3232 8409

    ingressos em domicílio
    3227 2677

    Museu da Cidade do Recife – Forte das Cinco Pontas
    3232 2812 / 3232 2833

    Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães - MAMAM
    3232 1694 / 3232 5399

    polícia militar
    190

    porto
    3419 1900

    procon
    3445 7643

    Programa Multicultural
    3232 1594 / 3232 1690 / 3232 1482

    radiotáxi
    3423 2865 | 3423 7777

    radiotáxi
    3423 2865 | 3423 7777

    recife táxi
    3423 1313 | 3231 7533

    rodoviária
    3452 2824 | 34521103

    Sítio da Trindade
    3232 4154

    Teatro Barreto Junior
    3232 3054

    Teatro de Santa Isabel
    3232 2940

    Teatro do parque
    3232.1553

    tele táxi
    3429 4242

    tip táxi
    3452 2552

    transportes urbanos
    0800 810158

    MTV

    Elis Regina

    Maria Rita

    Pedro Mariano

    Milton Nascimento

    Gilberto Gil

    João Bosco

    Chico Buarque

    Tom Jobim

    Roberta Sá

    Céu

    MPB