Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e:
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e:
- Há ratoeira na casa,
- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar
o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
O problema de um é o problema de todos!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
domingo, 3 de outubro de 2010
TV no Parque abre inscrições para vídeos brasileiros em diversas linguagens
Estão abertas as inscrições para a nova edição da mostra competitiva de vídeo *TV no Parque. *Poderão participar* *filmes produzidos no Brasil, em qualquer linguagem (documentário, ficção, experimental, animação, vídeoclipe...), com no mínimo 30 segundos e máximo de 15 minutos. O *TV no Parque* é patrocinado pela Fundarpe/Funcultura e realizado pelos coletivos pernambucanos Media Sana e Ventilador Cultural, em parceria com a Plural Projetos e Produções Artísticas.
Os vídeos selecionados serão exibidos em um dos quatro eventos que serão realizados de outubro de 2010 a janeiro de 2011, sempre no penúltimo domingo do mês, das 16h às 19h30, numa lona de circo armada no Parque 13 de Maio, no Recife. A cada evento dois vídeos serão premiados, sendo um escolhido pelo público presente no parque e o outro por um júri composto por produtores audiovisuais e integrantes de movimentos sociais. A premiação é de R$ 1.000,00 para cada filme.
A exibição é intermediada pelo coletivo Media Sana, possibilitando a participação do público, que se comunica ao vivo com o apresentador Queops Negão, tudo via telão, num estilo de programa de auditório. Durante os eventos artistas de rua farão breves apresentações, dinamizando ainda mais a mostra. O evento é filmado pelo coletivo Ventilador Cultural e transformado num programa de televisão - também chamado TV no Parque -, que vai ao ar na TV Universitária de Pernambuco (canal 11).
O projeto *TV no Parque *nasceu da intenção de se criar um circuito de exibição dos filmes produzidos pelas comunidades e movimentos sociais, colaborando com a difusão dessas produções, promovendo assim cidadania e valorização da identidade cultural brasileira.
Participe! O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no tvnoparque.wordpress.com
*Mais informações:*
Gabriel Furtado – (81) 9158-8480
Luciana Rabelo – (81) 9172-0995
tvnoparque.wordpress.com
tvnoparque@gmail.com
Gracias a La Vida
* Nicolai Cursino
“Gracias a la vida, que me dado tanto..”.
Quem convive ao meu lado escuta todas as manhãs, a belíssima voz de Mercedes Souza ecoando pelo meu laptop, meio distorcida, a cada início de dia.
Percebem-me olhando para a tela do computador com um olhar parado, meio em transe, como se nada mais houvesse.
Apenas as figuras lindas na tela, paisagens, mar, esporte, mulher, filhos, cachoeira e barras de ouro. Imagens cuidadosamente selecionadas por mim há algum tempo, como parte da vida que escolhi construir. E ao fundo aos acordes de Mercedes como uma oração de agradecimento a tudo que tenho hoje e a tudo que sou. Imagens e sons. As sensações ficam por minha conta.
Você alguma vez já se sentiu tão agradecido que teve vontade de chorar? Já se sentiu tão agradecido à vida a ponto de olhar para as coisas ao seu redor, olhar para o tamanho do mundo e estar feliz em ser pequeno?
Eu passei muito tempo lutando inconscientemente para evitar que a vida me desse tudo. Como se fosse possível segurar com os braços uma avalanche.
Por que aprendemos a nos contentar com pouco?
Por quê aprendemos a acreditar que “ninguém pode ter tudo”, “se melhorar estraga”, ou “sorte no jogo, azar no amor”, ou até mesmo, “o dinheiro é sujo”?
Por que aprendemos a acreditar que na vida devemos ter uma coisa ou outra?
A vida não é feita de “ou”.
O universo não te oferece, em toda a sua grandeza, apenas o café da manhã, ou almoço ou o jantar.
Você tem direito a tudo. Não como uma coisa extraordinária, mas como uma coisa natural. Todos nós temos. Como eu costumo dizer aos meus alunos: “Simples assim”.
Eu agradeço à vida por todos os anos que fiquei sem direção, sem amar o trabalho que fazia, pois por isso mudei, investi e dediquei minhas horas e meus pensamentos para fazer o que faço hoje. Obrigado.
Agradeço aos inúmeros relacionamentos amorosos desastrosos na minha juventude, aos problemas que criei em meu primeiro casamento, assim pude mergulhar em mim mesmo e pedir ajuda, e preparar cada parte minha para a alegria e a benção da companhia que tenho hoje. Obrigado.
Agradeço aos momentos que me vi sem dinheiro, às voltas com o medo e a dúvida se deveria ou não realmente seguir adiante com meu sonho de construir a Iluminatta. Pois hoje sei por experiência e prática, que não há outro caminho a seguir a não ser o do coração. Obrigado.
Entendo no meu corpo e na minha alma, que tudo pode ser construído. E hoje sigo a receita que aprendi com Neale Donald Walsch, em seu livro Conversando com Deus. Primeiro eu sonho, crio, imagino. Depois aviso a todos o que será feito, espalho aos quatro ventos, como se já existisse. E depois entro em ação, apenas o próximo passo.
Você já sonhou hoje? Já contou o seu sonho para alguém? Já fez o que precisa ser feito agora?
Já agradeceu à vida por tudo o que ela te deu?
Tem coragem de aceitar a prosperidade ou tem recusado os presentes?
Aceite, sem orgulho, pois a vida está te dando de coração.
Simples assim.
*Nicolai Cursino é consultor, treinador e palestrante em desenvolvimento humano e liderança, com foco no crescimento sustentável das pessoas e das empresas. Sua atuação abrange América Latina, Estados Unidos e Europa. É sócio-diretor da Iluminatta Brasil Desenvolvimento Humano.
Fale com ele escrevendo para:
nicolai@iluminattabrasil.com.br
www.iluminattabrasil.com.br
Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 406ª Edição
A Revolta dos Brinquedos ganha versão para pessoas com deficiência visual e auditiva
O espetáculo “A Revolta dos Brinquedos”, que narra a história dos brinquedos que se revoltam contra a própria dona e resolvem promover um grande julgamento para decidir como puni-la, agora vai poder ser conhecida por pessoas com deficiência visual e auditiva. Sob a direção do professor da UFPE José Francisco Filho, peça teatral vai utilizar a língua brasileira de sinais (Libras) e a áudio-descrição para facilitar a compreensão dos espectadores surdos, cegos e com baixa visão.
Com apresentações nos dias 9, 10, 16 e 17 deste mês, o grupo de sete atores vai contar com a ajuda de um interprete da Língua Brasileira de Sinais, que fará a tradução simultânea de todo o espetáculo para o público surdo. Já os cegos e pessoas com baixa visão, vão poder acompanhar o espetáculo através do recurso da áudio-descrição.
TÉCNICA - A áudio-descrição é uma técnica de tradução visual que transforma em palavras tudo o que é visto. Através de fones de ouvido sem fio, os usuários deste serviço vão receber informações entre as falas dos atores, ou seja, nos momentos em que não há diálogo. Mas o trabalho do profissional de áudio-descrição não se restringe apenas ao espetáculo em si. Cerca de 30 minutos antes, o espectador cego recebe informações sobre o Teatro, o palco, o cenário, detalhes sobre os personagens e o figurino.
Para isso, a companhia tem o apoio do grupo “Imagens que falam” da UFPE. A equipe atua no campo da pesquisa e da prática da áudio-descrição , além de formar profissionais para o mercado. Segundo o áudio-descritor Ernani Ribeiro, trata-se de um processo delicado que exige atenção e cuidado do profissional . “O tradutor não pode, em momento algum, se chocar com as falas dos atores e deve ser o mais preciso possível na descrição para que o espectador possa compreender a excelência do espetáculo”, afirma.
A idéia de adaptar o espetáculo para esse novo público, segundo o diretor José Francisco Filho, visa permitir que todas as pessoas, sem exceção, possam ter acesso ao Teatro. “O objetivo da companhia não é atender apenas os cegos e os surdos, e sim, usar a acessibilidade comunicacional para que todos possam apreciar a peça. Infelizmente o Estado ainda é carente de espaços acessíveis a um público com deficiência”. Há 38 anos na direção da Revolta dos Brinquedos, José Francisco adianta que a medida serve também como laboratório para iniciativas futuras do grupo, entre elas, O Pirata Tubarão, de Rubem Rocha Filho, com estréia prevista para 2011.
A Revolta dos Brinquedos comemora em 2010, 40 anos de montagens em Pernambuco e faz homenagem a Rubens Teixeira, primeiro diretor do espetáculo em Pernambuco.
Serviço
A revolta dos brinquedos
Elenco: Alysson Castro, Diogo Barbosa, Ismael Holanda, Michele Sant´ana, Ricardo Vendramini, Regina Carmem e Roberta Marcina.
Direção: José Francisco Filho
Administração e sonoplastia : Sérgio Veloso
Intérprete de Libras : José Carlos Santos Veloso
Audio-descrição: Grupo Imagens que falam UFPE
Realização: Circus produções.
Local: Teatro Apolo. Rua do Apolo, 121 - Bairro do Recife
Horário: sábados e domingos, até 17 deste mês, às 16h30
Com apresentações nos dias 9, 10, 16 e 17 deste mês, o grupo de sete atores vai contar com a ajuda de um interprete da Língua Brasileira de Sinais, que fará a tradução simultânea de todo o espetáculo para o público surdo. Já os cegos e pessoas com baixa visão, vão poder acompanhar o espetáculo através do recurso da áudio-descrição.
TÉCNICA - A áudio-descrição é uma técnica de tradução visual que transforma em palavras tudo o que é visto. Através de fones de ouvido sem fio, os usuários deste serviço vão receber informações entre as falas dos atores, ou seja, nos momentos em que não há diálogo. Mas o trabalho do profissional de áudio-descrição não se restringe apenas ao espetáculo em si. Cerca de 30 minutos antes, o espectador cego recebe informações sobre o Teatro, o palco, o cenário, detalhes sobre os personagens e o figurino.
Para isso, a companhia tem o apoio do grupo “Imagens que falam” da UFPE. A equipe atua no campo da pesquisa e da prática da áudio-descrição , além de formar profissionais para o mercado. Segundo o áudio-descritor Ernani Ribeiro, trata-se de um processo delicado que exige atenção e cuidado do profissional . “O tradutor não pode, em momento algum, se chocar com as falas dos atores e deve ser o mais preciso possível na descrição para que o espectador possa compreender a excelência do espetáculo”, afirma.
A idéia de adaptar o espetáculo para esse novo público, segundo o diretor José Francisco Filho, visa permitir que todas as pessoas, sem exceção, possam ter acesso ao Teatro. “O objetivo da companhia não é atender apenas os cegos e os surdos, e sim, usar a acessibilidade comunicacional para que todos possam apreciar a peça. Infelizmente o Estado ainda é carente de espaços acessíveis a um público com deficiência”. Há 38 anos na direção da Revolta dos Brinquedos, José Francisco adianta que a medida serve também como laboratório para iniciativas futuras do grupo, entre elas, O Pirata Tubarão, de Rubem Rocha Filho, com estréia prevista para 2011.
A Revolta dos Brinquedos comemora em 2010, 40 anos de montagens em Pernambuco e faz homenagem a Rubens Teixeira, primeiro diretor do espetáculo em Pernambuco.
Serviço
A revolta dos brinquedos
Elenco: Alysson Castro, Diogo Barbosa, Ismael Holanda, Michele Sant´ana, Ricardo Vendramini, Regina Carmem e Roberta Marcina.
Direção: José Francisco Filho
Administração e sonoplastia : Sérgio Veloso
Intérprete de Libras : José Carlos Santos Veloso
Audio-descrição: Grupo Imagens que falam UFPE
Realização: Circus produções.
Local: Teatro Apolo. Rua do Apolo, 121 - Bairro do Recife
Horário: sábados e domingos, até 17 deste mês, às 16h30
OFICINA DE ANÁLISE E CRIAÇÃO DE TEXTOS
05 a 08 de outubro 2010
Sesc Santa Rita, Recife
Fone: 3224-7577
Oficineiro: Raimundo de Moraes, escritor, jornalista e publicitário.
Objetivos: aliar as técnicas tradicionais de redação a uma visão moderna do
texto impresso e do texto virtual. Fazer com que cada participante se expresse
corretamente de acordo as necessidades do seu dia a dia, tanto na área
profissional como nos estudos.
Público-alvo: estudantes e profissionais das áreas de comunicação (jornalismo,
marketing, relações públicas) bem como das áreas de letras e pedagogia.
Profissionais liberais que precisam do idioma corretamente escrito como
ferramenta de trabalho.
Módulo I (05/10)
- O desbloqueio da palavra
- Associação de ideias - brainstorm
- Clareza e estilo
- Exercícios
Módulo II (06/10)
- Criação versus inspiração
- A narrativa literária. Gêneros
- Norman Friedman e o foco narrativo
- Exercícios
Módulo III (07/10)
- A redação no ambiente profissional
- Principais erros na elaboração de um texto formal
- O que se fala, o que não se escreve
- O começo, o meio e o fim dos vestibulandos
- Exercícios
Módulo IV (0810)
- Apresentação de exercícios
- A linguagem publicitária e o idioma
- A linguagem jornalística
- O internetês, a netiqueta
- Avaliação final
sábado, 25 de setembro de 2010
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